
Medo de bandido ou policia?
Caminhando até a padaria na noite de ontem, um estranho carro se aproximou de mim lentamente e por um breve momento fui tomado por um medo peculiar, será que é a policia?
Na tentativa de compreender as origens desse receio, eu mergulhei em pensamentos e analises sobre a atual conjuntura do Brasil, e sinceramente, fiquei ainda mais assustado.
Diante de fatos como a brutalidade cometida contra o garoto de seis anos no Rio de Janeiro e a violência diária da policia, que se torna mais corrupta a cada dia, fica difícil entender onde o problema começa e onde ele acaba.
Muitos especialistas e políticos acreditam que parte do problema reside em um sistema penal falho. Outros, mais radicais, acreditam que talvez a pena de morte ou outras medidas extremas como prisão perpetua e políticas de tolerância zero funcionariam para inibir tantos crimes e violência. No entanto essas são medidas que lidam com as conseqüências do problema, e não com as suas causas. O que leva o ladrão a roubar? Ou por que será que a policia se vende? Será que não seria melhor se perguntar isso, do que se perguntar se teremos que começar a matá-los para que a violência acabe? (como isso soa mal...).
No meio de toda esta confusão... Está a mídia! E como todos os outros jogadores dessa confusa partida é difícil dizer que em que time ela está jogando. Eu gostaria de acreditar que a mídia brasileira faz o trabalho de CONCIENTIZAÇÃO da massa para que eles formem a OPNIÃO PROPRIA que é necessária nesse “admirável” mundo novo. Mas infelizmente não é assim. Quanto aconteceu os ataques do PCC em São Paulo, eu abri o jornal Hoje em Dia e me deparei com uma reportagem especial com o nome de “TERROR”, a tal reportagem, impressa em fundo negro e recheada de corpos de civis e policiais realmente quase pingava sangue. Uma matéria menos em baixo dizia “O próximo alvo pode ser Minas Gerais!”, foi ai que eu joguei fora o jornal e com ele minha esperança de que a mídia faz seu papel.
Perdido em devaneios, eu cheguei a conclusão de que a loucura seria eminente caso eu não parasse de ir tão fundo na toca do coelho. Então decidi simplificar, ao invés de pensar nas providencias que deveriam ser tomadas pelo governo, comecei a pensar nas mudanças que eu posso fazer como cidadão que possam fazer diferença. Sugiro a todos vocês que tem a loucura batendo na sua porta que façam o mesmo.
Caminhando até a padaria na noite de ontem, um estranho carro se aproximou de mim lentamente e por um breve momento fui tomado por um medo peculiar, será que é a policia?
Na tentativa de compreender as origens desse receio, eu mergulhei em pensamentos e analises sobre a atual conjuntura do Brasil, e sinceramente, fiquei ainda mais assustado.
Diante de fatos como a brutalidade cometida contra o garoto de seis anos no Rio de Janeiro e a violência diária da policia, que se torna mais corrupta a cada dia, fica difícil entender onde o problema começa e onde ele acaba.
Muitos especialistas e políticos acreditam que parte do problema reside em um sistema penal falho. Outros, mais radicais, acreditam que talvez a pena de morte ou outras medidas extremas como prisão perpetua e políticas de tolerância zero funcionariam para inibir tantos crimes e violência. No entanto essas são medidas que lidam com as conseqüências do problema, e não com as suas causas. O que leva o ladrão a roubar? Ou por que será que a policia se vende? Será que não seria melhor se perguntar isso, do que se perguntar se teremos que começar a matá-los para que a violência acabe? (como isso soa mal...).
No meio de toda esta confusão... Está a mídia! E como todos os outros jogadores dessa confusa partida é difícil dizer que em que time ela está jogando. Eu gostaria de acreditar que a mídia brasileira faz o trabalho de CONCIENTIZAÇÃO da massa para que eles formem a OPNIÃO PROPRIA que é necessária nesse “admirável” mundo novo. Mas infelizmente não é assim. Quanto aconteceu os ataques do PCC em São Paulo, eu abri o jornal Hoje em Dia e me deparei com uma reportagem especial com o nome de “TERROR”, a tal reportagem, impressa em fundo negro e recheada de corpos de civis e policiais realmente quase pingava sangue. Uma matéria menos em baixo dizia “O próximo alvo pode ser Minas Gerais!”, foi ai que eu joguei fora o jornal e com ele minha esperança de que a mídia faz seu papel.
Perdido em devaneios, eu cheguei a conclusão de que a loucura seria eminente caso eu não parasse de ir tão fundo na toca do coelho. Então decidi simplificar, ao invés de pensar nas providencias que deveriam ser tomadas pelo governo, comecei a pensar nas mudanças que eu posso fazer como cidadão que possam fazer diferença. Sugiro a todos vocês que tem a loucura batendo na sua porta que façam o mesmo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário